Encceja será aplicado no dia 4 de agosto

Postado originalmente no Portal Arauto.
Fonte: Agência Brasil
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Inscrições para o Encceja abrem em maio (Foto: EBC/ Divulgação)

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) deste ano será aplicado no dia 4 de agosto. As inscrições poderão ser feitas entre 20 e 31 de maio, conforme anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A previsão para a publicação do edital é abril.

O Encceja é direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. A participação é voluntária e gratuita. Para obter a certificação do ensino fundamental, é preciso ter pelo menos 15 anos, e a certificação do ensino médio é para quem tem pelo menos 18 anos.

Para obter o certificado do ensino fundamental, os estudantes fazem provas de língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação; matemática; história e geografia; e ciências naturais. No exame de nível médio, os candidatos respondem a questões de linguagens e redação; matemática; ciências humanas; e ciências da natureza.

São certificados os estudantes que obtiverem, no mínimo, 100 pontos em cada uma dessas áreas e pelo menos cinco pontos na redação. Aqueles que atingirem a nota mínima em uma ou mais provas, mas não em todas, receberão uma Declaração Parcial de Proficiência e poderão tentar obter a nota nas demais provas no próximo exame.

Até 2017, era possível receber a certificação do ensino médio também pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Agora, a certificação é feita somente por meio do Encceja. O exame é aplicado tanto no Brasil e no exterior, por meio de parceria com o Ministério das Relações Exteriores. A aplicação para pessoas privadas de liberdade ocorre tanto no Brasil, quanto em países como o Japão.

As datas divulgadas referem-se ao exame nacional regular. Segundo o Inep, o cronograma das aplicações no exterior e para pessoas privadas de liberdade será divulgado posteriormente.

Para ler a matéria original, clique aqui.

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sobre as questões da linguagem e avaliação do desenvolvimento das crianças estrangeiras

Em pesquisa disponibilizada pela Jairo (Japanese Institutional Repositories Online), Makiko Matsuda e Kyoko Nakagawa, com apoio da fundação Hakuho Zaidan, abordam o tema das crianças ditas como tendo distúrbios de desenvolvimento. Neste artigo, seis crianças nipo brasileiras, de classes especiais de escolas públicas japonesas, foram submetidas ao WISC-IV – versão bilíngue.

Leita o artigo completo (em japonês), clicando aqui.

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Projeto Kaeru recebe visita do programa Juntos

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Esse ano recebemos novamente a visita da “comotiva”, do programa Juntos, do Ministério das Relações Exteriores do Japão. Além dos representantse do Consulado Japonês em São Paulo e responsável do Ministério Japonês, estiveram presentes jovens que atuam e atuarão no atendimento dos estrangeiros, brasileiros em diversas províncias e cidades japonesas. Jovens que já estão diretamente cuidando das nossas crianças como voluntários de ONGs. Deixamos aqui o nosso muito obrigado por cuidar das nossas crianças no Japão!

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Educação teve mais de 10 mil estrangeiros matriculados nas escolas da rede em 2017

Número cresceu 15% em relação a 2016; estudantes bolivianos são maioria

Matéria originalmente postado no site da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

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Cultura, idioma e conhecimento são compartilhados diariamente entre estudantes brasileiros e os 10.298 estrangeiros matriculados nas escolas da rede estadual paulista. Os dados de novembro do Cadastro do Aluno da Secretaria Estadual da Educação mostram que o número é 15% maior do que o registrado em 2016, quando 8.942 não brasileiros estavam nas unidades escolares de São Paulo.

Dentre os alunos de diversas nacionalidades espalhados pelas 91 Diretorias de Ensino do Estado, estão mais de quatro mil bolivianos, 1,2 mil japoneses, cerca de 550 angolanos e aproximadamente 540 haitianos.

Para que a dificuldade da língua e dos costumes sejam minimizados, crianças e jovens são incentivados a participar de eventos culturais e pedagógicos. Já os inscritos na EJA(Educação de Jovens e Adultos) recebem, além da alfabetização em português, ferramentas para a inserção no mercado de trabalho.

Uma das iniciativas está na cidade de Sorocaba. Os haitianos residentes no Bairro do Éden e matriculados na unidade escolar da região, além da grade curricular regular, em 2017, receberam 40 horas de aulas de elétrica e informática.

“Eles (alunos) também foram instruídos sobre as leis do País, por meio de uma parceria com a subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Sorocaba”, explica a vice-diretora da E.E. Bairro do Éden, Tania Cristina Alves. Segundo ela, a escola ainda conta com o apoio de outras instituições para a manutenção de cursos aos imigrantes.

Corpo docente capacitado

Para que os estrangeiros recebam o suporte educacional adequado, a Educação oferta capacitação constante aos docentes e publicou documento orientador para acolhimento dos estudantes da rede estadual.

O texto apresentado ao Comitê Estadual para Refugiados do Estado de São Paulo (CER/SP) contou com a colaboração da CARITAS Arquidiocesana de São Paulo, CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), Grupo Veredas – Psicanálise e Imigração, IKMR (I Know My Rights) e o CDHIC (Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante).

Além disso, as Diretorias Regionais de Ensino também ofertam suporte técnico e pedagógico às unidades escolares, cursos, seminários, palestras, entre outras modalidades de formação continuada, por meio de seus Núcleos Pedagógicos. As atividades são voltadas à formação dos coordenadores e professores.

Alunos estrangeiros compartilham desafios da Língua Portuguesa

O Português é uma das línguas mais difíceis de aprender no mundo. Se os próprios brasileiros têm dificuldades, você já imaginou o quão complicado é para os imigrantes que procuram o Brasil para fixar moradia? São tantas regras que acabam confundindo a cabeça de qualquer um.

Assista, abaixo, o vídeo bem-humorado que a Educação preparou sobre esses desafios enfrentados por alunos da rede estadual, que estudam na E.E Eduardo Prado.

Matéria originalmente postado no site da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
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Vagas para o Projeto Kaeru encerradas

O processo seletivo para psicóloga ou psicólogo do Projeto Kaeru está encerrado. Agradecemos a todos os interessados que enviaram seus currículos.

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Vagas Abertas no Projeto Kaeru

O Projeto Kaeru está selecionando um psicólogo ou uma psicóloga para se juntar à equipe  técnica. Solicitamos aqueles que tiverem interesse, mandarem seus currículos para projetokaeru@gmail.com

Estamos dando preferência aos profissionais que possuem experiência no atendimento a crianças e adolescentes, que se interessem pelas questões migratórias e que tenham conhecimento sobre a questão do movimento de trabalhadores brasileiros ao Japão.

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SP lança documentos para orientar acolhimento de alunos refugiados e migrantes

matéria originalmente postada no site das Nações Unidas – Brasil.

Integrar alunos refugiados e migrantes nas escolas estaduais é uma das responsabilidades da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Além de culturas e tradições diferentes, as crianças e adolescentes de fora do país dão maior pluralidade à rede de ensino.

A pasta desenvolveu documentos para nortear o atendimento desses estudantes dentro das unidades escolares. Lançados em 2018, os materiais contribuem para auxiliar as escolas desde o momento da matrícula até o acolhimento em sala de aula.

“O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, reconhece a importância da produção destes materiais para facilitar o ingresso e adaptação de crianças e jovens refugiados ao contexto escolar, sendo a escola um espaço fundamental de aprendizados e sociabilidades para o desenvolvimento humano integral”, afirma Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do ACNUR em São Paulo.

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Favorecer o acesso e a adaptação de jovens refugiados no ambiente escolar é uma importante diretriz do ACNUR, dialogando com as políticas públicas implementadas pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Foto: ACNUR/Gabo Morales

Integrar alunos refugiados e migrantes nas escolas estaduais é uma das responsabilidades da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Além de culturas e tradições diferentes, as crianças e adolescentes de fora do país dão maior pluralidade à rede de ensino.

A pasta desenvolveu documentos para nortear o atendimento desses estudantes dentro das unidades escolares. Lançados em 2018, os materiais contribuem para auxiliar as escolas desde o momento da matrícula até o acolhimento em sala de aula.

De acordo com Uiara Araújo, diretora do Núcleo de Inclusão Educacional (NINC) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e uma das responsáveis pela elaboração dos documentos, o intuito é indicar a legislação vigente e ajudar os docentes com materiais didáticos sobre diferentes assuntos e culturas.

“A ideia é que todos participem, desmistifiquem e acabem com um preconceito que abrange a cultura do aluno de fora. É importante para entender e aprender costumes e tradições diferentes”, afirma Uiara.

As publicações “Documento Orientador Estudantes Imigrantes: Matrícula e Certificados” e “Documento Orientador Estudantes Imigrantes: Acolhimento” são materiais que respondem às próprias demandas de famílias refugiadas e migrantes que buscavam maior integração na rede. Todas as escolas públicas de São Paulo já receberam o arquivo digital, que está disponível para download (link abaixo).

O requerimento apareceu nos encontros mensais do Comitê Estadual para Refugiados, realizado pela Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania em parceria com outras pastas. Os encontros reúnem representantes do governo estadual, ONGs e refugiados para avaliar o que está sendo feito e pensar em projetos de melhorias.

“Sendo migrante ou refugiado, toda criança tem direito de estudar nas escolas estaduais. Isso é de fundamental importância”, explica Izilda Alves, responsável pelo Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e coordenadora do Comitê.

Complementarmente, a iniciativa contribui para que o governo de São Paulo consiga mensurar em quais regiões do estado existe maior concentração de alunos de outras nacionalidades.

“O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, reconhece a importância da produção destes materiais para facilitar o ingresso e adaptação de crianças e jovens refugiados ao contexto escolar, sendo a escola um espaço fundamental de aprendizados e sociabilidades para o desenvolvimento humano integral”, afirma Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do ACNUR em São Paulo.

Clique aqui para acessar o Documento Orientador Estudantes Imigrantes: Matrícula e Certificados

Clique aqui para acessar o Documento Orientador Estudantes Imigrantes: Acolhimento

Para ler a matéria original, clique aqui.

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