Aconteceu: Festa Junina – origens, crendices e comidas típicas

No último domingo, dia 17, aconteceu o workshop de Festa Junina do Projeto Kaeru. O evento contou com as crianças, pais e colaboradores do Projeto. Após as explicações iniciais sobre higiene e procedimentos sobre como lidar  com os alimentos, mãos à obra! Todos se empenharam para fazer os quitutes que foram saboreados no final, após a história sobre as origens da festa e suas crendices.

confiram as fotos e as receitas de tudo o que fizemos estão aqui também!!

Receitas do evento:

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Ranking mostra desgaste de professores no Brasil e salas de aula lotadas

Escolas públicas do país têm 22 alunos por professor no primeiro ano do ensino médio

Matéria postada originalmente na Folha. Por Daniela Fernandes.
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Alunos em colégio público do Brasil – André Nery

O Brasil possui um dos maiores números de alunos por sala de aula no ensino médio entre mais de 60 países analisados no estudo Políticas Eficazes para Professores: Compreensões do PISA, publicado nesta segunda-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com o documento, as escolas pública têm 22 alunos por professor no primeiro ano do ensino médio. O total é o mesmo quando se incluem as instituições privadas.

Esse número só é maior na Colômbia, que acaba de entrar para a OCDE, com 27 alunos por turma. No México, também membro da organização, o total de estudantes por professor varia entre 17 e 27.

Na China, país mais populoso do mundo, há apenas 12 alunos por professor.

“Classes menores são frequentemente vistas como benéficas porque elas permitem que o professor se focalize mais nas necessidades individuais dos estudantes”, diz o estudo.

Segundo a OCDE, é preciso reduzir o tamanho da sala de aula e aliviar a carga horária de ensino do professor, ampliando dessa forma o tempo que se passa preparando aulas, em orientação pedagógica (tutoria) ou atividades de desenvolvimento profissional. E, para isso, uma solução seria aumentar o número de professores.

“Os sistemas de educação precisam determinar quantos professores são necessários para oferecer uma educação adequada para seus estudantes”, diz a OCDE.

No Brasil, problemas de salas de aula lotadas, jornadas duplas de trabalho, com carga horária excessiva, são enfrentados por muitos professores e provocam desgastes em relação à profissão.

O PISA, no qual se baseia o relatório divulgado nesta segunda, é um vasto conjunto de estudos internacionais, que visam medir o desempenho de sistemas educacionais de países membros e não membros da OCDE, como o Brasil.

O PISA é realizado com jovens na faixa de 15 anos, o que corresponde ao primeiro ano do ensino médio.

O estudo Políticas Eficazes para Professores diz ainda que a maioria dos países do PISA tem alocado mais professores a escolas consideradas desfavorecidas – onde há mais alunos com condições socioeconômicas mais baixas – para compensar as desvantagens na comparação com escolas onde estudantes têm mais poder aquisitivo.

Mas isso nem sempre resulta em melhor qualidade do ensino, diz a OCDE. Isso porque, geralmente, “professores nas escolas mais desfavorecidas são menos qualificados e têm menos experiência” do que nas instituições com condições superiores, ressalta a organização.

Na prática, diz a organização, os efeitos positivos de aumentar o número de professores nas escolas desfavorecidas são minados se não for levada em conta a questão da qualidade do professor.

“Os estudos têm mostrado que investimentos na quantidade de professores são geralmente feitos em detrimento da qualidade do ensino, ressalta a OCDE.

“Estudos revelam que professores com qualificações mais fracas são mais propensos a ensinar em escolas desfavorecidas, o que pode levar a um potencial menor de oportunidades educacionais para estudantes dessas escolas”, afirma o documento.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

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Convite: Workshop de comidas Típicas de Festa Junina

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No próximo domingo, 17 de junho acontecerá o Workshop (além da estreia da seleção na copa do mundo 2018), que ocorrerá na Associação Tochigi, onde os convidados prepararão comidas típicas da festa junina.

Para mais informações, fale com seu respectivo terapeuta.

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Materiais para estudo Encceja 2018

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O Encceja 2018 acontecerá em agosto, mas é bom ir se preparando desde já, por isso o Projeto Kaeru foi atrás das melhores dicas de estudo gratuitas, e o melhor, sem sair de casa: todas as apostilas estão disponíveis para download.

O site Foco no Enem disponibiliza diversas apostilas de estudo que vão desde matemática e português até dicas para redação, com destaque para a abordagem de temas atuais, com maiores chances de cair no ENEM. Como forma de preparo para o Encceja, o site preparou uma série de apostilas voltadas para a prova, os cadernos são separados por matérias e podem ser acessados clicando aqui.

Já o próprio site da INEP, mantenedor da Encceja, disponibiliza 4 apostilas para download, abordando as seguintes matérias: Ciências, História e Geografia, Língua Portuguesa e Matemática. Para baixar as apostilas, clique nos links abaixo referentes a cada caderno:

Ciências

História e Geografia

Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Artes e Educação Física

Matemática

Bons estudos =)

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Japão decide receber 500 mil trabalhadores estrangeiros para ajudar a suprir escassez de mão-de-obra

Por Elaine Takahata, do IPC Digital
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Shinzo Abe, primeiro ministro do Japão

Em um sinal de que o país está abrindo seu mercado de trabalho, o governo japonês decidiu receber mais de 500 mil trabalhadores estrangeiros até o ano fiscal de 2025 para compensar a escassez de mão-de-obra em setores como agricultura e construção.

A medida será escrita no novo esboço de política econômica do primeiro-ministro Shinzo Abe, previsto para meados de junho, com as necessárias revisões legais a serem apresentadas ao parlamento neste outono.

Os trabalhadores estrangeiros serão autorizados a permanecer no Japão por cinco anos, sob uma nova estrutura que abrange cinco setores – agricultura, construção, hospedagem, enfermagem e construção naval.

Eles serão obrigados a passar em um teste demonstrando proficiência no campo relevante e no idioma japonês. Aqueles que passarem pelo programa de treinamento do país estarão isentos do teste e poderão permanecer por um total de 10 anos.

A estrutura fará incursões para resolver uma severa crise de mão-de-obra no Japão enquanto cria empregos para trabalhadores estrangeiros, que até agora se limitaram a cargos altamente especializados devido a preocupações de que um aumento de imigrantes poderia levar a um aumento do crime.

Legisladores dentro do Partido Liberal Democrata continuam a nutrir tais preocupações com Abe dizendo em fevereiro que ele não pretende abrir o país aos imigrantes.

Refletindo isso, a estrutura incluirá o limite de cinco anos, além de impedir que trabalhadores estrangeiros levem membros da família com eles.

As empresas que contratam trabalhadores estrangeiros serão obrigadas a apresentar um plano de apoio que inclui ajudar os trabalhadores a encontrar moradia e ter aulas de idiomas. Pequenas empresas poderão pedir ajuda a uma organização certificada pelo governo.

Um recorde de 1,28 milhão de estrangeiros trabalhava no Japão em 2017, mais que o dobro dos 480 mil de 2008. Quase um terço deles, com 29%, eram da China, seguidos por 19% do Vietnã, 12% das Filipinas, 9% do Brasil e 5% do Nepal.

Enquanto isso, o país está sofrendo de uma grave escassez de mão de obra quando os baby boomers (geração dos nascidos após Segunda Guerra Mundial até a metade da década de 1960), deixam a força de trabalho, com empresas relatando as piores condições desde o início dos anos 90 em uma pesquisa do Banco do Japão realizada em março.

Leia a matéria original, no IPC Digital clicando aqui.

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Vistos para brasileiros crescem 145% em nova onda de imigração para o Japão

Aumento do nº de emissões para descendentes e cônjuges foi registrado entre 2014 e 2016, segundo dados compilados pelo consulado japonês; busca por trabalho, melhor qualidade de vida e segurança são os principais motivos para mudança de país

Por Júlia Marques, do O Estado de S.Paulo
JAPAO EMPREGO TRABALHO

Casal vai trabalhar no Japão e não tem data para voltar ao Brasil Foto: Tiago Queiroz/Estadão

SÃO PAULO – Na porta da sala de embarque do Aeroporto de Guarulhos, Erika Kanamaru, de 31 anos, e Antonio Albejunior, de 33, se despedem da família. Querem reconstruir a vida a 17 mil quilômetros do Brasil. O casal faz parte de uma nova onda de brasileiros descendentes de japoneses que cruzam o mundo atrás de oportunidades no país asiático. Em comum, eles fogem da crise no Brasil e também flertam com a qualidade de vida e a segurança japonesas.

Dois mundos

 Número de brasileiros no Japão cresce após anos em queda; país asiático tem déficit de mão-de-obra
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* Dados até o primeiro semestre de 2017
Fonte: Ministério das Relações Exteriores do Japão

Dados do Ministério das Relações Exteriores do Japão, compilados pelo Consulado Geral do Japão em São Paulo, mostram que, de 2014 a 2016, o número de vistos emitidos para descendentes e seus cônjuges cresceu 145%. Em 2016, último dado disponível, foram 11,5 mil emissões. “Em termos gerais, descendentes de japoneses que pretendem permanecer no Japão a trabalho foram influenciados pela conjuntura econômica”, informou o consulado.

Até agora, o visto que permite trabalho no Japão só é dado aos filhos e netos de japoneses e seus companheiros e dependentes. A partir de julho deste ano, porém, o país deverá permitir a entrada de descendentes da quarta geração, os bisnetos ou yonseis, desde que sejam atendidos alguns critérios, entre eles o domínio básico do idioma. A nova permissão mobiliza jovens a estudarem japonês e pode aumentar ainda mais o fluxo (leia mais nesta página).

Albejunior sabe pouco mais do que o “sayonara” e o “arigato”, mas decidiu se aventurar com a mulher, neta de japoneses, depois que ambos foram demitidos. Formado em Ciências Contábeis, já viajou com trabalho garantido: será operário em uma fábrica de componentes eletrônicos na cidade de Komatsu. Para ele, apesar de desgastante, o regime de trabalho de oito horas diárias mais três horas extras obrigatórias compensa. “Para quem quiser e tiver vontade de trabalhar, não falta emprego no Japão”, diz ele, que receberá US$ 13 (R$ 48,60) por hora.

Agências que fazem a ponte entre descendentes de japoneses e oportunidades no Japão confirmam aumento do interesse de brasileiros pelo país nos últimos anos. O crescimento ocorre após retorno em massa ao Brasil por causa da crise econômica mundial, em 2008. “O mercado japonês deu uma aquecida. A Olimpíada será no Japão, e isso também pode ter causado um aumento da procura”, diz Eduardo Toyama, diretor comercial da agência TGK RH.

Segundo Toyama, fábricas de eletrônicos, autopeças e alimentos são as que mais empregam os brasileiros. Mas, se no início do movimento dos decasséguis, na década de 1990, o motivo da viagem era apenas trabalho, nessa nova onda de migração outros fatores têm pesado. “Muitas pessoas estão correndo daqui também por causa da segurança”, diz Vanessa Matsui, gerente da Ikou Japan, outra agência que presta consultoria para esse tipo de viagem.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

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Visita ao Bunka Matsuri

No último dia 19, sábado, o Projeto Kaeru visitou junto com seus atendidos, o Bunka Matsuri, festa da Cultura Japonesa, que chegou à sua 12ª edição. O evento ofereceu diversas atividades entre exposições, oficinas, palestras, shows e workshops relacionados à dança, música, artes plásticas, gastronomia e outros aspectos da cultura japonesa. Confira as fotos da visita:

 

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