Aconteceu: Seminário – Os desafios da educação dos filhos dos trabalhadores brasileiros no Japão (dekasseguis)

Na última quinta feira, dia 14 de março, tivemos um encontro importante para um debate sobre a questão da educação de filhos de trabalhadores brasileiros no Japão e no Brasil. Com a presença de autoridades, professores universitários (inclusive do Japão), da imprensa e do público interessado na questão, as conversas se alastraram por muito mais tempo do que o previsto. Segundo os organizadores (ABJICA e JICA), os materias de exposição dos palestrantes bem como o vídeo gravado na ocasião, estarão disponíveis para o público em breve.

Veja abaixo algumas fotos do evento. Para mais fotos, acesse a página do Facebook do ABJICA clicando aqui.

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Semana do Autismo com o PIPA e CIAAG

O Projeto de Integração Pró-Autismo (PIPA) e o Centro de Inclusão e Apoio ao Autista de Guarulhos (CIAAG) realizarão eventos e palestras na Semana do Autismo em São Paulo e Guarulhos. Os eventos ocorrerão entre os dias 01 e 07 de abril.

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Seminário – Os desafios da educação dos filhos dos trabalhadores brasileiros no Japão (dekasseguis)

No próximo dia 14, o Japan House sediará o seminário “Os desafios da educação dos filhos dos trabalhadores brasileiros no Japão (dekasseguis) – Os impactos culturais e a adaptação escolar no Japão e no Brasil.

O evento é gratuito e contará com a presença da Dra. Kimiko Nii, Dra. Kyoko Yanagida Nakagawa, Dra. Mary Yoko Okamoto, Dr.a Sylvia Duate Dantas e Vereador Akira Ono Auriani.

Para saber mais e fazer sua inscrição, clique aqui (vagas limitadas).

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Encceja será aplicado no dia 4 de agosto

Postado originalmente no Portal Arauto.
Fonte: Agência Brasil
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Inscrições para o Encceja abrem em maio (Foto: EBC/ Divulgação)

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) deste ano será aplicado no dia 4 de agosto. As inscrições poderão ser feitas entre 20 e 31 de maio, conforme anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A previsão para a publicação do edital é abril.

O Encceja é direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. A participação é voluntária e gratuita. Para obter a certificação do ensino fundamental, é preciso ter pelo menos 15 anos, e a certificação do ensino médio é para quem tem pelo menos 18 anos.

Para obter o certificado do ensino fundamental, os estudantes fazem provas de língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação; matemática; história e geografia; e ciências naturais. No exame de nível médio, os candidatos respondem a questões de linguagens e redação; matemática; ciências humanas; e ciências da natureza.

São certificados os estudantes que obtiverem, no mínimo, 100 pontos em cada uma dessas áreas e pelo menos cinco pontos na redação. Aqueles que atingirem a nota mínima em uma ou mais provas, mas não em todas, receberão uma Declaração Parcial de Proficiência e poderão tentar obter a nota nas demais provas no próximo exame.

Até 2017, era possível receber a certificação do ensino médio também pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Agora, a certificação é feita somente por meio do Encceja. O exame é aplicado tanto no Brasil e no exterior, por meio de parceria com o Ministério das Relações Exteriores. A aplicação para pessoas privadas de liberdade ocorre tanto no Brasil, quanto em países como o Japão.

As datas divulgadas referem-se ao exame nacional regular. Segundo o Inep, o cronograma das aplicações no exterior e para pessoas privadas de liberdade será divulgado posteriormente.

Para ler a matéria original, clique aqui.

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sobre as questões da linguagem e avaliação do desenvolvimento das crianças estrangeiras

Em pesquisa disponibilizada pela Jairo (Japanese Institutional Repositories Online), Makiko Matsuda e Kyoko Nakagawa, com apoio da fundação Hakuho Zaidan, abordam o tema das crianças ditas como tendo distúrbios de desenvolvimento. Neste artigo, seis crianças nipo brasileiras, de classes especiais de escolas públicas japonesas, foram submetidas ao WISC-IV – versão bilíngue.

Leita o artigo completo (em japonês), clicando aqui.

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Projeto Kaeru recebe visita do programa Juntos

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Esse ano recebemos novamente a visita da “comotiva”, do programa Juntos, do Ministério das Relações Exteriores do Japão. Além dos representantse do Consulado Japonês em São Paulo e responsável do Ministério Japonês, estiveram presentes jovens que atuam e atuarão no atendimento dos estrangeiros, brasileiros em diversas províncias e cidades japonesas. Jovens que já estão diretamente cuidando das nossas crianças como voluntários de ONGs. Deixamos aqui o nosso muito obrigado por cuidar das nossas crianças no Japão!

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Educação teve mais de 10 mil estrangeiros matriculados nas escolas da rede em 2017

Número cresceu 15% em relação a 2016; estudantes bolivianos são maioria

Matéria originalmente postado no site da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

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Cultura, idioma e conhecimento são compartilhados diariamente entre estudantes brasileiros e os 10.298 estrangeiros matriculados nas escolas da rede estadual paulista. Os dados de novembro do Cadastro do Aluno da Secretaria Estadual da Educação mostram que o número é 15% maior do que o registrado em 2016, quando 8.942 não brasileiros estavam nas unidades escolares de São Paulo.

Dentre os alunos de diversas nacionalidades espalhados pelas 91 Diretorias de Ensino do Estado, estão mais de quatro mil bolivianos, 1,2 mil japoneses, cerca de 550 angolanos e aproximadamente 540 haitianos.

Para que a dificuldade da língua e dos costumes sejam minimizados, crianças e jovens são incentivados a participar de eventos culturais e pedagógicos. Já os inscritos na EJA(Educação de Jovens e Adultos) recebem, além da alfabetização em português, ferramentas para a inserção no mercado de trabalho.

Uma das iniciativas está na cidade de Sorocaba. Os haitianos residentes no Bairro do Éden e matriculados na unidade escolar da região, além da grade curricular regular, em 2017, receberam 40 horas de aulas de elétrica e informática.

“Eles (alunos) também foram instruídos sobre as leis do País, por meio de uma parceria com a subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Sorocaba”, explica a vice-diretora da E.E. Bairro do Éden, Tania Cristina Alves. Segundo ela, a escola ainda conta com o apoio de outras instituições para a manutenção de cursos aos imigrantes.

Corpo docente capacitado

Para que os estrangeiros recebam o suporte educacional adequado, a Educação oferta capacitação constante aos docentes e publicou documento orientador para acolhimento dos estudantes da rede estadual.

O texto apresentado ao Comitê Estadual para Refugiados do Estado de São Paulo (CER/SP) contou com a colaboração da CARITAS Arquidiocesana de São Paulo, CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), Grupo Veredas – Psicanálise e Imigração, IKMR (I Know My Rights) e o CDHIC (Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante).

Além disso, as Diretorias Regionais de Ensino também ofertam suporte técnico e pedagógico às unidades escolares, cursos, seminários, palestras, entre outras modalidades de formação continuada, por meio de seus Núcleos Pedagógicos. As atividades são voltadas à formação dos coordenadores e professores.

Alunos estrangeiros compartilham desafios da Língua Portuguesa

O Português é uma das línguas mais difíceis de aprender no mundo. Se os próprios brasileiros têm dificuldades, você já imaginou o quão complicado é para os imigrantes que procuram o Brasil para fixar moradia? São tantas regras que acabam confundindo a cabeça de qualquer um.

Assista, abaixo, o vídeo bem-humorado que a Educação preparou sobre esses desafios enfrentados por alunos da rede estadual, que estudam na E.E Eduardo Prado.

Matéria originalmente postado no site da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
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