


Vem aí o 3º Concurso Literário – PODE PÁ QUE É NÓIS QUE TÁ, para jovens e adolescentes entre 12 e 17 anos, estudantes da rede pública de ensino, que gostem de escrever poemas, histórias e músicas.
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O Ministério da Justiça divulgou na terça-feira (27) os números dos residentes estrangeiros no Japão, fechados em dezembro de 2017. O total é de 2.561.848, o que se traduz em aumento de 7,5% em relação a 2016.
Apesar do crescimento da comunidade verde amarela, de 5,8%, não chegou a 200 mil. Fechou o ano anterior com 191.362 pessoas, em 5.º lugar no ranking dos estrangeiros. A maioria possui visto permanente: 112.876 pessoas, o que representa 59%.
Antes da crise, em 2007 a comunidade brasileira viveu o auge em número de residentes: 313.771. A curva começou a decrescer no ano seguinte, com o Lehman Shock. Em 2012 o registro foi de 190.609 pessoas, chegando a 173.437 em 2015. Mesmo em meio à falta de mão de obra, o crescimento da comunidade verde amarela tem sido menor do que as demais.
Brasileiros em quinto lugar
As maiores comunidades são de pessoas vindas dos países da Ásia. Brasil e Estados Unidos são os únicos das 10 maiores, de outro continente.
A população brasileira dentro do Japão representa 7,5%, bem aquém dos 28,5% dos chineses.
A comunidade que teve um crescimento notável foi a vietnamita, com 31.2%, por conta do aumento dos estagiários técnicos e estudantes.
As províncias com maior número de residentes estrangeiros são Tóquio, Aichi, Osaka e Kanagawa, pois são as que mais oferecem vagas de trabalho e também recebem estudantes.

Matéria originalmente publicada no site www.portalmie.com, para ler a matéria no site, clique aqui.

O Ministério da Justiça do Japão anunciou nesta sexta-feira (30) que o visto para yonsei foi aprovado e será implementado a partir de 1.º de julho deste ano.
A faixa etária que poderá se beneficiar desse novo visto para os nikkeis do mundo é de 18 a 30 anos.
Uma das condições para obter essa qualificação é ter conhecimento do idioma japonês básico, o equivalente ao nível 4 do teste de proficiência da língua japonesa. Além disso, que não tenha histórico de envolvimento em crime no país de origem e que tenha possibilidade de se empregar ao chegar no Japão.
Outras condições são de ter assegurada a quantia para o retorno ao país de origem e que se inscreva em algum plano de seguro de saúde.
O status de residência será o de “atividades específicas” (特定活動, lê-se tokutei katsudo), o qual permite trabalhar no Japão. O visto será renovado anualmente e a permanência máxima será de 5 anos.
O novo sistema teve como referência o visto working holiday. Os nikkeis que serão qualificados para esse novo visto deverão receber apoio do empregador e dos familiares para estudar a língua japonesa. O objetivo do novo visto é para a formação de pontes entre as sociedades japonesa e nikkei. No entanto, há uma preocupação de que seja usado para assegurar mão de obra barata.
O governo estima receber cerca de 4 mil nikkeis brasileiros e peruanos.
Matéria originalmente publicada no site www.portalmie.com, para ler a matéria no site, clique aqui.
Aconteceu, no dia 29 de março, a palestra do Professor Doutor Kimihiro Tsumura, da Hamamatsu Gakuin University, com o tema: “As possibilidades e as potencialidades das crianças brasileiras no Japão: a existência de uma outra escola”, ministrada em japonês e produzida pelo Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura da USP, em parceria com o Projeto Kaeru e o Centro Brasileiro de Língua Japonesa.
Confia algumas fotos do evento:
Uma dívida histórica do governo brasileiro com famílias de pessoas com autismo começa a ser quitada a partir deste mês com a implantação de um programa educacional, chancelado pela Organização Mundial da Saúde. O objetivo é capacitar famílias com crianças do espectro do autismo, que envolve diversos graus de comprometimentos.
Um convênio com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), apoiado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e que irá treinar até mil pessoas inicialmente será assinado pelo Ministério da Sa[ude nesta semana, quando se celebra, hoje dia 02 de abril, o Dia Internacional da Conscientização do Autismo.
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As Nações Unidas celebram neste 2 de abril o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo sob o lema “Capacitando mulheres e meninas com autismo”. O secretário-geral da ONU, António Guterres, aproveitou a data para lembrar a reafirmação do “compromisso de promover a plena participação de todas as pessoas com autismo na sociedade e garantir o apoio necessário para que estas possam exercer seus direitos e liberdades fundamentais”.
As comemorações do Dia Mundial da Conscientização do Autismo também querem envolver mulheres e meninas com as organizações que as representam na formulação de políticas e decisões para abordar os desafios que elas enfrentam. A Assembleia Geral da ONU realiza uma série de eventos sobre a data na próxima quarta-feira (4), como debates com especialistas e ativistas para discutir questões específicas de mulheres e meninas com autismo.
Os temas abordados incluem os desafios e as oportunidades para o pleno exercício dos seus direitos em áreas como casamento, família e paternidade com igualdade de oportunidades.
Desafios
Em novembro de 2017, a Assembleia Geral adotou uma resolução chamando a atenção para os desafios específicos de mulheres e meninas com deficiência para implementar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Essa decisão manifesta preocupação porque mulheres e meninas nessa situação estão sujeitas a “formas de discriminação diversas e interligadas, que limitam o usufruto de todos os seus direitos humanos e liberdades fundamentais”.
A ONU diz que as meninas com deficiência são menos propensas a terminar o ensino fundamental e têm maior probabilidade de serem marginalizadas ou terem acesso negado à educação.
De acordo com a organização, as mulheres com deficiência apresentam uma taxa de emprego mais baixa do que os homens na mesma situação e do que as mulheres sem deficiência.
Violência
A nível global, as mulheres com deficiência têm mais probabilidades de sofrer violência física, sexual, psicológica e econômica do que os homens. Outro problema é a desigualdade causada pela discriminação e pelo estigma associado ao gênero e à deficiência.
Os resultados da falta de acessibilidade e dos estereótipos são barreiras aos serviços de saúde sexual e reprodutiva e à informação sobre educação sexual abrangente. As mais afetadas são particularmente mulheres e meninas com deficiência intelectual, que inclui o autismo.
Matéria Originalmente postada na Agência Brasil, para acessar seu conteúdo original, clique aqui.
No último sábado, 24, o Projeto Kaeru realizou o workshop de artesanato com tecidos e fitas, em que foram feitos enfeites, jogos japoneses tradicionais e encadernação. Após a atividade, houve o tradicional lanche para os participantes, além da entrega de chocolates em virtude da Páscoa, que ocorrerá no próximo fim de semana, estendendo os votos de uma feliz Páscoa a todos.
Confira as fotos do evento:

O próximo workshop do Projeto Kaeru ocorrerá no dia 24 de março, e será sobre artesanato com tecidos e fitas (vamos fazer brinquedos e artesanatos tradicionais japoneses como tsumami e mobiles de fitas). Gostaríamos de convidar nossos patrocinadores, colaboradores, crianças e suas famílias.
Para mais informações sobre local e horário, consultem seus terapeutas.