A cada 29 crianças nascidas no Japão, uma tem um dos pais estrangeiro.

A cada 29 crianças nascidas no Japão, uma tem um dos pais estrangeiro. Isso significa que a homogeneidade, inclusive cultural, deve ser revista e a diversidade, não apenas respeitada mas aceita.

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2014年に国内で生まれた赤ちゃん約102万人の3・40%、29人に1人は、両親が外国人か、どちらかが外国人で、計約3万5千人に上ることが5日までに分かった。08年に最も高い3・44%となった後、景気後退の影響などで下がり11年は3%を割っていたが、最高水準に戻った。今後、保育や教育分野での対応が課題となりそうだ。

厚生労働省の人口動態統計を共同通信が分析した。1990年は1・7%、95年は2・6%で長期的に上昇しており、今後外国人受け入れが拡大すればさらに高まる可能性がある。

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A classe C e a dificuldade de fazer faculdade sem financiamento do FIES.

Por PAULO SALDAÑA, da Folha

Nem metade dos 40,8 milhões de pessoas que já completaram o ensino médio no país pretende ingressar no ensino superior. Entre os que têm esse objetivo, só 37% planeja iniciar no ano que vem.

É o que aponta pesquisa do Instituto Data Popular sobre as aspirações da Classe C em relação ao ensino superior. O estudo foi realizado a pedido do Semesp (Sindicato das Mantenedoras do Ensino Superior).

A pesquisa, que é inédita, foi realizada no contexto de crise econômica e retração da oferta do Fies (Financiamento Estudantil), ocorrida a partir de 2015. Os pesquisadores ouviram cerca de 2,8 mil universitários e um grupo de 800 potenciais estudantes – com ensino médio completo, mas fora do superior. O estudo abordou pessoas com idade entre 20 e 40 anos e que pertencem à chamada Classe C (renda familiar entre R$ 1.800 a R$ 3.400).

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MEC cria ‘força tarefa’ para atrair 1,6 milhão de jovens de volta à escola

Meta será recuperar adolescentes de 15 a 17 anos que abandonaram o Ensino Médio, a partir de currículo flexível

O Censo Escolar 2015, divulgado nesta terça-feira (22) pelo Ministério da Educação (MEC), estima em 3 milhões o número de crianças e adolescentes longe das escolas. A evasão é maior entre jovens de 15 a 17 anos, que somam mais de 1,6 milhão de estudantes que abandonaram o Ensino Médio. A realidade levou o MEC a elaborar um programa para atrair esses estudantes para a rede pública. “Todo ano esse número aparece (no censo), mas nós não aceitamos mais. Esse jovem não é só estatística”, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Segundo ele, a proposta está em elaboração para ser apresentada em abril, a partir do mapeamento do endereço dos estudantes. A ideia é ganhar a adesão de prefeituras e governo estaduais para recuperar esses jovens. “Os prefeitos têm de estar nisso e, principalmente, as secretarias estaduais. Acho que vai dar um trabalho grande, mas acho que o Brasil deve isso a esses jovens”, disse.

A maior parte da evasão ocorre nos anos finais do Ensino Médio. Mercadante avaliou que isso se deve ao choque sofrido por estudantes mal formados no Ensino Fundamental, que chegam ao Médio com dificuldade para lidar com o currículo escolar de 13 disciplinas.

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Workshop de TEAR:

No último sábado, dia 19, tivemos o workshop de TEAR com a prof. Lilian Barbosa.

Mais de 40 pessoas estavam animadas tecendo pulseiras com miçangas herdado dos índios, brasileiros e de outros países que usavam alguns motivos bem interessantes, carregados de simbolismos. Teceram também, marca páginas com fitas e depois de todo o trabalho, puderam saborear o lanche preparado pelos nossos fiéis voluntários e tivemos até bolo para comemorar os aniversários do mês.

Confiram nas fotos:

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A política das bolsas de estudos na educação particular brasileira

Por Italo Takassaki Oliveira, do Projeto kaeru

No Brasil a cessão de bolsas de estudos para crianças e com o objetivo de cursarem o Ensino Fundamental ou o Ensino Médio em escolas particulares é uma prática que se torna cada vez mais comum, no entanto, há vários motivos pelos quais as escolas podem decidir contemplar alunos com estas bolsas de estudos.

Com exceção de algumas escolas tradicionalmente beneficentes que têm na filantropia e na caridade a base da política de doação de bolsas de estudos, muitas parecem ter como base outros objetivos para decidirem ceder suas bolsas. A maioria das escolas costuma reivindicar para si que as bolsas de estudos cedidas fazem parte da política de responsabilidade social que elas têm diante da sociedade oferecendo oportunidades de estudar e frequentar ambientes àqueles que de outros modos, talvez, não teriam condições de pagar por uma escola. Na teoria essa proposta parece favorecer alunos realmente interessados a estudarem em escolas particulares, mas será que é isso o que vem ocorrendo?

Independentemente do objetivo da escola ao dar bolsa de estudos, vale lembrar que essa política pode ser recompensada caso as escolas requeiram junto ao CEBAS (Certificação de Entidades Beneficentes e de Assistência Social), na área de educação, um certificado para a Receita Federal que isentam as escolas de pagarem a cota patronal das contribuições que é o imposto pago sobre a remuneração dos empregados. Apesar de ser um recurso opcional para as escolas, é inegável que se torna um importante benefício e, portanto, almejado pela maioria delas.

Uma das exigências do CEBAS para emitir o certificado, no entanto, é que a escola não faça diferença entre alunos bolsistas e não bolsistas, mas será que todas as escolas cobram de um aluno que não é bolsista a mesma disciplina, comportamento e rendimento escolar de um bolsista, como quer o CEBAS?

Além disso, é nítido também que as escolas passam a ganhar maior visibilidade com ações de responsabilidade social perante os olhos da sociedade através, por exemplo, da cessão de bolsas de estudos, agregando valor ao nome da escola e à tradição da instituição, mas estando dentro da escola, como será o relacionamento dos bolsistas com os alunos não bolsistas, os professores, a coordenação pedagógica e a direção? São muitas as questões levantadas sobre as bolsas de estudos que inegavelmente se tornaram comuns em nosso país e, ao mesmo tempo, importante para muitos alunos e que também, por isso, se torna igualmente importante refletir sobre elas.

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Proposta para educação infantil na Base defende brincadeiras para aprendizagem

Quando se começa a aprender? Na opinião de muitos pais e até de alguns profissionais do ensino, apenas na alfabetização. Até lá, para quem pensa assim, os filhos vão à creche para brincar e passar o tempo. Mas para os pesquisadores envolvidos na proposta de educação infantil na Base Nacional Comum Curricular (BNC), o aprendizado dos pequenos começa muito antes. E brincar não é mero momento de distração.

“A gente está dizendo que bebê aprende. Não é porque bebê não fala que ele não tem um conjunto muito interessante de explorações, de brincadeiras, de olhares pro outro, que são seu jeito de falar”, defende Zilma de Moraes Ramos de Oliveira, professora da Universidade de São Paulo (USP) e uma das assessoras da educação infantil no documento.

Para fortalecer essa ideia e levá-la à prática nas escolinhas Brasil afora, a proposta da BNC para educação infantil vem recebendo atenção especial. Etapa fundamental e diferenciada da educação básica, ela não é organizada, por exemplo, em áreas do conhecimento, como o ensino fundamental e o médio.

“Em primeiro lugar pela própria faixa etária das crianças. Isso vai demandar uma forma muito diferente dessa criança se relacionar com o conhecimento, com o mundo. Na educação infantil, as experiências vividas na instituição são tratadas de forma mais global”, explica Hilda Micarello, coordenadora da equipe de redação da Base.

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Compartilhando mensagem do Miguel da NNBJ sobre ENCCEJA

As inscrições para o ENCCEJA – Exame Nacional de Certificação de Competências foram abertos no último dia 14, conforme horário oficial de Brasília. Brasileiros residentes em 9 países e 12 regiões poderão se inscrever para o ENCCEJA 2016. Paris e Nova York realizarão o exame pela primeira vez, enquanto que no Japão o primeiro exame foi realizado em 1999. Detalhes podem ser conferidos no edital 5, editado pelo INEP em 10 de março, confira clicando aqui.

LOCAIS:

Nagoia (Aichi), Hamamatsu (Shizuoka) e Ota (Tóquio)

REQUISITOS:

Para o ensino fundamental o candidato precisará ter no mínimo 15 anos completos na data de realização das provas. Para o ensino médio a idade mínima é de 18 anos completos nada data de realização do ENCCEJA.

INSCRIÇÃO:

A inscrição é gratuita e realizada exclusivamente via Internet a partir das 10 horas do dia 14 de março até às 23h59m do dia 3 de abril, conforme horário oficial de Brasília. Link: http://sistemasencceja2.inep.gov.br/exterior/

DATAS DAS PROVAS:

Ensino fundamental – 28 de maio, sábado

Ensino médio – 29 de maio, domingo

As provas serão realizadas em pela manhã e à tarde.

CONTEÚDO:

A emissão dos certificados, da mesma forma que ocorreu em 2015, será feita pelo Colégio Pedro II e o Instituto Federal de Educação, Ciência e tecnologia de Brasília. Para o ensino fundamental, haverá quatro provas objetivas, com 30 questões cada uma, nas áreas de conhecimento:

* Língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação (linguagens, códigos e suas tecnologias);

* Matemática;

* História e geografia;

* Ciências naturais.

Para o ensino médio, as provas serão nas áreas de:

* Linguagens, códigos e suas tecnologias e redação;

* Matemática e suas tecnologias;

* Ciências humanas e suas tecnologias;

* Ciências da natureza e suas tecnologias.

CURSOS PREPARATÓRIOS:

Em algumas regiões, grupos voluntários e iniciativas particulares criaram cursos preparatórios para ajudar os candidados do ENCCEJA. Breve procurarei divulgar esses cursos.

Essas informações foram publicadas no Diário Oficial em 11 de março, conforme link: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/encceja/legistacao/2016/edital_n5_Encceja_Exterior_2016.pdf

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No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar

por Karina Yamamoto do UOL, em São Paulo

Foi isso mesmo que você leu no título: apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Ou seja, oito a cada grupo de cem indivíduos da população.

Eles estão no nível “proficiente”, o mais avançado de alfabetismo funcional em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional).

Um indivíduo “proficiente” é capaz de compreender e elaborar textos de diferentes tipos, como mensagem (um e-mail), descrição (como um verbete da Wikipedia) ou argumentação (como os editoriais de jornal ou artigos de opinião), além de conseguir opinar sobre o posicionamento ou estilo do autor do texto.

Também é apto a interpretar tabelas e gráficos como a evolução da taxa de desocupação (veja que tipo de gráfico é nesta notícia) e compreende, por exemplo, que tendências aponta ou que projeções podem ser feitas a partir desses dados.

Outra competência que o “proficiente” tem é resolver situações (de diferentes tipos) sendo capaz de desenvolver planejamento, controle e elaboração.

Numa situação ideal, os estudantes que completam o ensino médio deveriam alcançar esse nível — no Brasil, o ensino médio completo corresponde a 12 anos de escolaridade.

Leia a matéria na íntegra clicando aqui

Este conteúdo – assim como as respectivas imagens, vídeos e áudios – é de autoria e responsabilidade do www.educacao.uol.com.br

 

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Estudando no Japão

Todos que tiverem interesse de estudar no Japão, dêem uma olhada:

Study-in-Japan-Poster-2016

Para baixar o PDF clique no link em seguida: Study in Japan Poster 2016

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Ida ao Teatro

2014_teatro_noite_luar

No penúltimo dia do espetáculo, a direção e produção do espetáculo “Uma Luz cor de luar” (veja o cartaz), disponibilizou 50 ingressos gratuitamente para a turma do Kaeru. O nosso muito obrigado!!!. As crianças e familiares adoraram o espetáculo: suspiraram, se encantaram e se emocionaram… depois, puderam saborear um lanche que a Sonomi preparou, embora ela mesma, por compromissos familiares, não pudesse estar presente.

Olha aí, o pessoal!!!

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