Adaptação à escola

Por Rosely Sayão

Duas conversas que tive com mães podem nos ajudar a entender melhor o significado de “adaptação escolar” tanto para as famílias quanto para as escolas.

A primeira mãe estava exultante. Seu filho, de dois anos, foi levado pela primeira vez à escola que ela escolheu, em que quase todo o espaço que a criança iria frequentar é monitorado por câmeras ligadas à internet, com o objetivo de oferecer livre acesso aos pais, a qualquer momento, à vida do filho dentro da escola.

Muitos pais dizem querer que o filho vá para a escola desde a mais tenra idade para estar com outras crianças, para entrar no processo de conquista de autonomia, para aprender coisas diferentes daquelas que aprende em casa e para estabelecer relações com pessoas sem vínculo com a família. Todas essas intenções são ótimas -são as chamadas boas intenções. Mas como tudo isso pode acontecer em meio a esse “big brother” escolar e o que ele significa? Vamos levantar duas possibilidades. A primeira delas é que os pais não abrem mão de saber tudo -tudo mesmo!- da vida dos filhos, mesmo quando estão longe deles. Isso pode significar a mais concreta expressão da posse dos filhos e a vontade de controlar a vida deles. Mas veja bem, caro leitor, cuidar NÃO é controlar!

A segunda possibilidade é a de que os pais não conseguem delegar para a escola a educação escolar de seu filho, e isso significa que não confiam na instituição.

Para os estudantes maiores, que já frequentam o ensino fundamental e até mesmo o médio, a agenda escolar funciona como a câmera dos menores para os pais: é pela agenda que eles ficam sabendo o que ocorre com o filho na escola. Porque está tudo registrado lá na agenda, que para o estudante tem pouco serventia, por sinal.

A felicidade da mãe tinha dois motivos: a possibilidade de passar o tempo todo observando o filho na escola, e o fato de que em dois dias ele já não chorava mais ao chegar lá. “Ele já está adaptado”, me disse ela, orgulhosa.

Eu tive de discordar e, inclusive, alertá-la para o fato de que ele poderia voltar a chorar, mas ela duvidou. Uma semana depois, ela me contou que tirara o filho da escola, porque ele não parava de chorar.
Por que a escola não preparou essa mãe para um longo processo de adaptação do filho? Deixar de chorar ao chegar na escola não representa o aluno estar adaptado; somente nos diz que ele aceitou separar-se da mãe por um período. Muitas escolas não conhecem bem o processo de adaptação de uma criança em seu espaço.

A outra mãe, cujo filho passou para o sexto ano do ensino fundamental, me disse que na sala dele havia três alunos em adaptação, e que isso estava atrapalhando o bom andamento do grupo. Eu me espantei. Depois de um longo tempo em férias, da passagem de um tipo de organização escolar para outro, em que até alunos universitários enfrentam dificuldades, são só os alunos transferidos que passam por adaptação?

Muitas escolas consideram a adaptação dos alunos um processo que tem mais relação com os pais do que com o próprio aluno, e há pais que colocam os seus próprios interesses acima daqueles que importam realmente aos filhos. Já é hora de nos lembrarmos, na prática, que a escola é para os alunos, e não para satisfazer os anseios da escola ou das famílias, não é?

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Texto retirado da coluna de Rosely Saião

 

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Crianças imigrantes enfrentam barreira da língua e despreparo da rede de ensino

Nos últimos dez anos, cresceu o número de imigrantes no país. Embora o acesso à escola seja facilitado, faltam planejamento e formação específica para os professores

por Cida de Oliveira, da RBA

São Paulo – Do início de sua colonização, em 1530, até a década de 1930, quando deixou de incentivar a vinda de imigrantes estrangeiros, o Brasil fez a fama de país da imigração, sinônimo de acolhimento de vários povos em busca de novas oportunidades. A partir dos anos 2000, com a crise econômica internacional e o início do período de estabilidade da economia brasileira, especialmente a partir de 2003, o país voltou a viver um novo ciclo. Daí que até 2010, conforme dados do IBGE, a população estrangeira cresceu 86,7%.  Segundo dados da Polícia Federal, referentes a janeiro passado, vivem no Brasil atualmente 1.033.257 estrangeiros.

A política brasileira para o acesso de imigrantes à escola pública é considerada avançada. Uma criança estrangeira pode ser matriculada sem a exigência de documentação. Em compensação, ainda não existe nos sistemas de ensino estaduais e municipais um planejamento pedagógico para esse acolhimento e muito menos disciplinas específicas para esse fim nos cursos de licenciatura ou outros voltados à formação de professores.

“Muita gente nem sabe que existem imigrantes na sala de aula. E em geral, a formação acaba sendo feita por organizações e centros que recebem imigrantes”, afirma a professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo Leda Rodrigues. Docente no Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação, ela pesquisa principalmente os efeitos da desigualdade social no acesso ao ensino superior brasileiro.

Segundo Leda, sem formação adequada, os professores não têm como desenvolver um trabalho pedagógico que, entre outras coisas, proporcione aprendizado às crianças brasileiras e estrangeiras a partir do estudo das diferenças culturais e de linguagem existentes entre os dois grupos. “Essa troca de informações traz muitos benefícios, permite que as crianças brasileiras aprendam com as estrangeiras e vice versa. Mas é preciso preparo para este trabalho. A academia ainda sabe muito pouco sobre isso, que começa a ser discutido nos cursos de especialização, em pesquisas, nos trabalhos de conclusão de curso. Mas a universidade vai ter de contemplar isso na formação.”

Muitas crianças imigrantes, conforme a professora, acabam aprendendo mais pelo próprio esforço e envolvimento da família do que pelo que recebe dos professores. “Há crianças bolivianas que frequentam as aulas e, por repetição, aprendem a língua e os conteúdos e até vão bem. Os pais que acompanham as lições de casa reclamam na escola”, diz Leda.

A situação afeta sobretudo crianças vindas da Bolívia, Peru, Paraguai e outros países latino-americanos, além de africanas, que vieram com os pais em busca de melhores condições de vida do que as que tinham em sua terra natal. Estrangeiros em melhores situação econômica, como chineses, japoneses, árabes, além de europeus e americanos, em sua maioria procuram escolas particulares, com preparo para essa inclusão, para matricular seus filhos.

O tema, no entanto, ganha cada vez mais importância em todo o mundo quando a questão dos refugiados ocupa grande parte da agenda de muitos países. Em muitos deles, sobretudo europeus, têm sido organizados congressos e outros encontros para troca de informações e discussão de saídas. E as universidades, em seus programas de pós-graduação, começam a estudar as imigrações, a integração desses estrangeiros em seus novos espaços e a inserção social dadas às grandes diferenças culturais.

“Os temas colocados são os que de fato estão na escola, bem como os conceitos que estão por trás disso. Antes se falava em aculturação, com o imigrante tendo de aceitar a cultura imposta pela nação que recebe. Para contornar a imposição da língua, alemães e italianos que vieram para o sul do país acabaram criando núcleos para manter viva sua língua e cultura, que tornaram-se cidades. Hoje se discute como essa cultura deve ser aceita pelo povo que recebe o imigrante”.

Para discutir alfabetização e escolarização do imigrante, imigração atual e práticas escolares e a educação e imigração atual no Brasil, o grupo de pesquisa sobre movimentos migratórios e educação do programa de pós-graduação da PUC-SP está organizando um seminário internacional. O encontro, com a presença confirmada de especialistas estrangeiros, ocorre entre 1º e 3 de março.

O curso é aberto a professores e alunos de graduação em educação e professores da rede pública de ensino. “Não vamos trazer a solução, mas discutir alternativas para esses desafios”, diz Leda.

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Crise econômica pode atrasar metas para educação

A crise econômica pode atrasar a entrada em vigor de medidas definidas no Plano Nacional de Educação. Com validade de uma década, o PNE tem algumas metas de curto prazo, como a elaboração da base curricular comum ainda neste ano.

O documento, entretanto, não é o único objetivo previsto para 2016. Algumas metas que deveriam ser cumpridas ainda neste ano dependem de mais recursos, o que pode ficar comprometido por causa do fraco desempenho da economia brasileira, temem alguns gestores.

A definição de insumos indispensáveis para a oferta de educação de qualidade, o chamado CAQi (Custo-Aluno Qualidade inicial), é um exemplo de meta fixada no PNE que pode sofrer atrasos em sua implementação. Segundo a lei, o governo deverá fixar um padrão mínimo para a infraestrutura das escolas. Caso o Estado ou município não atinja o valor, o Ministério da Educação deverá fazer um aporte adicional.

“Isso vai gerar um custo sem necessariamente ter garantida a complementação. É como a lei do piso [salarial dos professores]”, afirma Eduardo Deschamps, presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação).

O QUE É O PLANO

Após longo debate no Congresso Nacional, uma lei de 25 de junho de 2014 fixou metas para a educação no país, a ser alcançadas em até dez anos

DESAFIO

Gestores ponderam que cenário de crise econômica será obstáculo para a tarefa. Temor é de que metas gerem novas despesas para governos e prefeituras

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O PNE reforça ainda emenda constitucional, de 2009, que fixa o ano de 2016 para inclusão de crianças e jovens entre 4 e 17 anos na escola. De acordo com os dados mais recentes, da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2014, 2,8 milhões de estudantes nessa faixa etária estão fora da sala de aula.

Para cumprir essa meta, é preciso desembolsar recursos com construção de escolas e concurso para docentes, enumera Paulo Ziulkoski, presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municípios). Ele pondera que o PNE é uma “manifestação de vontade” e que não prevê punição de gestores que não atingirem os objetivos.

“A lei é um plano. O Brasil costuma fazer isso: transforma vontades em leis, e mesmo que [a norma] seja coercitiva, não se executa. Imagina o que não é”, afirma.

O secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, afirma que o PNE está “bem encaminhado”, mas reconhece que o Orçamento influencia o processo. “O desafio do financiamento não pode ser minimizado, é real”, disse à Folha. Costa pondera que há metas que não demandam recursos, como aquelas que preveem novas leis, a partir de aprovação do Legislativo.

A crise política, entretanto, é apontada como outro obstáculo para o cumprimento integral dos prazos. Parte das medidas depende de aprovação do Congresso Nacional e o desgaste na relação entre o Poder Executivo e congressistas pode retardar a análise de propostas.

Uma delas diz respeito ao Sistema Nacional de Educação, cujo objetivo é facilitar a cooperação –inclusive financeira– entre União, Estados e municípios nos temas de educação. O PNE determina que o mecanismo seja criado “em lei específica” até junho.

O MEC, porém, ainda não encaminhou uma proposta ao Congresso, onde já tramita um projeto sobre o assunto. O texto, no entanto, está sob análise de comissão da Câmara e ainda precisa seguir para o Senado Federal.

Para Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, o cenário econômico não pode ser visto como “justificativa” para adiar o cumprimento de metas. “Não vejo médicos fazendo discurso de que a epidemia de zika não tem que ser enfrentada porque estamos vivendo uma crise econômica. A educação tem que fazer valer sua importância”, compara ele.

Texto de autoria de Flávia Foreque

O texto na íntegra pode ser visualizado aqui.

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Uma curiosidade a respeito do Kasato Maru

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Kasato Maru em 1908

O Kasato-Maru encontra-se afundado em águas russas e expedição científica pretende resgatar peças do primeiro navio a trazer imigrantes japoneses ao Brasil

Como é de conhecimento de toda comunidade nipônica brasileira, é um sonho antigo resgatar as peças do histórico navio Kasato Maru, que trouxe os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil em 1908. Muito já se falou – em livros, artigos de revistas, jornais, e inclusive, contatos de políticos – a respeito do resgate das âncoras, dos sinos e de outras peças, esquecidas no fundo do mar.

No entanto o assunto estava envolto por entraves diplomáticos, que demandaram grande trabalho junto à Embaixada da Federação da Rússia no Brasil e ao Ministério das Relações Exteriores da Federação Russa, pois o navio encontra-se afundado em águas russas, na Península de Kamchatka.

Para ler a matéria completa, clique aqui.
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Aos que nos escreveram e-mails

Estamos com dificuldades em enviar respostas para algumas pessoas que mandaram e-mails para nós solicitando orientações e informações, pois, por algum motivo, os nossos e-mails, com respostas, estão voltando. Solicitamos que verifiquem se existe algum problema com o mail de vocês, especialmente as pessoas que mandam mensagens através de celulares do Japão, assim como verificaremos o nosso.

Sentimos bastante por essas intercorrências e esperamos que possamos sanar logo esses problemas.

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CCBT organiza 14° Festival Internacional de Língua & Cultura no Brasil

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O Festival Internacional de Língua & Cultura (IFLC) é uma celebração anual e vitrine para a diversidade de culturas e talentos linguísticos de todo o mundo. IFLC começou em 2003 com 17 países participantes, e teve sua 13ª edição em 2015 com 145 países participantes. O objetivo do Festival é promover encontros culturais, aprendizagem e intercâmbio de informações em apoio à paz, amizade e compreensão.

Os jovens de até 16 anos de todos os cantos do mundo se encontram no IFLC, onde apresentam os trajes típicos, as músicas e as danças de seus países, através de organizações sociais, culturais e educacionais do Festival. Assim, constroem fortes laços e amizades duradouras, e aumentam as esperanças por um mundo melhor, unido nos valores universais.

Em 2015, IFLC aconteceu em 20 países, entre eles são Washington-EUA, Dortmund-Alemanha, Paris-França, Jakarta-Indonésia, Maputo-Moçambique, Bishkek-Quirguistão, Johanesburgo-África do Sul e Bangkok-Tailândia. A gala do Festival foi realizada em Bruxelas sob amparo do Parlamento Europeu. Vídeo oficial da 13ª Festival em 2015: bit.do/filc

CCBT está organizando a edição brasileira do 14º Festival Internacional de Língua e Cultura (IFLC 2016), nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2016, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo. Na edição brasileira, haverá 15 países participantes de vários cantos do mundo, e 5 jovens brasileiros selecionados irão para outros países-sede do Festival para apresentar cultura brasileira. Pela primeira vez IFLC acontecerá em um país na América Latina. Veja todos os detalhes no site oficial do IFLC: http://iflc.brasilturquia.com.br

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Quase 90% das empresas japonesas acreditam que em 2016, a economia irá crescer

De acordo com a divulgação da agência Kyodo no início de janeiro 2016, a maioria das 101 principais empresas japonesas, aguardam um crescimento econômico neste ano.

Apesar da desaceleração econômica da China ter impacto negativo de 54% das empresas, a pesquisa mostra que otimismo em 2016.

Leia a matéria completa clicando aqui

 

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Resultados do ENCEEJA no exterior

E para aqueles que prestaram o ENCEEJA no exterior, para os níveis fundamental e médio, os resultados podem ser vistos em:

http://sistemasencceja2.inep.gov.br/enccejaResultadoExterior/

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Mulheres em viagem ao exterior

Ser mulher é uma função complicada no seu próprio país, imagina então em um diferente?

Diferenças culturais e religiosas podem afetar mulheres que viajam ao exterior, especialmente se estiverem desacompanhadas. Em diversos países, mulheres viajantes podem encontrar uma série de dificuldades, que podem ser evitadas se precauções básicas de segurança forem tomadas.

Os países têm diferentes leis e costumes locais. Em alguns países, mulheres somente poderão entrar e sair em postos de fronteira se estiverem acompanhadas de um homem. Em outros lugares, mulheres deverão evitar andar sozinhas pelas ruas, devido ao risco de assédios e demais crimes contra a mulher. Há, ainda, que se considerar os costumes locais com relação ao uso de roupas e sobre a aparência das mulheres: vestuário considerado padrão no Brasil pode ser bem diferente daquele aceito em um grande número de países, e cidadãs brasileiras poderão ser detidas caso usem roupas curtas, justas, transparentes ou decotadas naquelas localidades. Por isso, é imprescindível que a viajante brasileira se informe e entenda as normas culturais do país que vai visitar, permanecendo alerta a leis e costumes locais que sejam diferentes dos no Brasil.

Sempre vale a pena saber a quem recorrer e como andam as inspeções nos outros países, especialmente se estiverem desacompanhadas, não?

Acompanhe a matéria completa no link a seguir:

http://www.portalconsular.mre.gov.br/antes-de-viajar-1/mulheres-em-viagens-ao-exterior

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40% dos 223 brasileiros presos no Japão querem cumprir pena no Brasil.

Pelo menos 40 por cento dos 223 brasileiros presos no Japão querem terminar de cumprir a pena no Brasil, informou a agência de notícias Jiji Press em  janeiro, como fonte a embaixada brasileira em Tóquio.

Segundo a agência, o motivo dos presos desejarem cumprir a pena no Brasil está, basicamente, no fato de poderem ficar perto das suas famílias. Os 233 brasileiros condenados no Japão se referem aos dados de novembro do ano passado.
Em janeiro, os governos do Brasil e do Japão acertaram o tratado no qual os condenados podem terminar de cumprir a pena no país de origem, se desejarem. O acordo entrou em vigor no dia 14 de fevereiro.
O tratado foi assinado em Tóquio, em janeiro de 2014, e estabelece que, para fins de transferência, a pessoa deve ser condenada e aceitar o retorno ao país de origem.
A cooperação judicial será realizada entre o Ministério da Justiça, no Brasil, e o Ministério dos Negócios Estrangeiros, no Japão.

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Leia a matéria completa clicando aqui.

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