Por Flávia Mantovani, da Folha
Para especialistas, é importante respeitar regras das próprias plataformas
Quando der um celular para criança, deixe claro que ela não pode usá-lo como quiser. Desde o começo, estabeleça regras e monitore o uso.
Para a filósofa e escritora Tânia Zagury, os pais dessa geração, que convivem com a tecnologia há bastante tempo, acham que não há problema em deixar o filho entrar nas redes sociais precocemente.
“As crianças só têm acesso porque os pais possibilitam. Eles tendem a achar que seu filho é mais maduro do que realmente é”, diz ela, que lançou em 2017 o livro “Os Novos Perigos que Rondam Nossos Filhos” (Rocco, 192 págs.).
Segundo os especialistas, a solução não é proibir ou demonizar as redes. É orientar as crianças para que saibam navegar de forma saudável e segura nesse ambiente. E, uma vez que elas tiverem um perfil, monitorar seu uso.
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