Convite – 8ª Festa de Natal Projeto Kaeru

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Estamos nos aproximando das festas, e como acontece todo ano, teremos a 8ª Festa de Natal do Projeto Kaeru, que ocorrerá no EMEF Bartolomeu Lourenço de Gusmão, na Rua Saboó, 50 – Vila Carrão, a partir das 9h30. Te esperamos lá!

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Convite – Intercâmbio Cultural Brasil – Japão

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A obra coletiva Intercâmbio Cultural Brasil – Japão faz um confronto de culturas desses países em seu aspecto mais amplo, a fim de alcançar o vasto campo do conhecimento, que vai desde a construção de um Estado moderno até os intercâmbios nos campos científico-tecnológico e cultural propriamente dito.

São abordados temas como esporte culinária, literatura, cinema, teatro, ética, etiqueta comércio, indústria, transporte, energia, preservação do meio ambiente, escultura, saúde alguns ramos científicos, segurança púlica, etc.

Esperamos que, com a publicação desta obra coletiva, tenhamos dado um passo adiante no processo de integração das duas culturas, um dos objetivos das entidades responsáveis pela sua edição

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Projeto Kaeru no Japão

Durante todo o mês de outubro, como já é de costume, o Projeto Kaeru esteve em várias cidades e províncias do Japão com uma agenda cheia de atividades. Participamos de palestras, workshops, atendimentos à comunidade brasileira, programas de rádio, visitas a escolas brasileiras e japonesas, creches, instituições de tratamento, reuniões com autoridades locais, pesquisadores e professores universitários.

Estivemos em: Isesaki (Gunma), Kanazawa e Komatsu (Ishikawa), Echizen (Fukui),  Suzuka (Mie), Chiryu, Hekinan, Mikawa-Anjo, Nagoya, Okasaki, , Toyota, Toyohashi (Aichi), Hamamatsu (Shizuoka) e Tokyo.

Em 2016, o Seminário deu ênfase na importância da educação infantil no desenvolvimento da criança, pensando na estimulação e na primeira infância como pontos chaves para todo o processo de desenvolvimento pleno dos aspectos físicos, cognitivos e emocionais da criança.

Nosso agradecimento fica a todos os envolvidos, desde os voluntários aqui do Brasil a Mitsui Busan, a equipe no Japão, colaboradores e NPOs que nos receberam e permitiram a realização do Seminário por mais um ano!

Confira algumas fotos:

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Seminário Projeto Kaeru no Japão 2016

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Nos dias 5 e 12 de Novembro será transmitido o áudio que gravamos durante o Seminário do Projeto Kaeru 2016, no Japão. Estivemos na cidade de Nagoya – Aichi na Rádio Yume no Tane. O áudio foi dividido em duas partes: a primeira vai ao ar dia 5/11/16, em japonês, sobre o Seminário e a segunda parte, dia 12/11/16, em português, com uma mensagem para os pais!

Para baixar o PDF com maiores detalhes, clique aqui.

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Workshop Pintura em Vidro

Aconteceu no último sábado, 24, o Workshop Pintura em vidro, que contou com mais de 40 pessoas. Confira abaixo as fotos do evento:

 

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Sabja e WAM fazem parceria para atendimento psicológico gratuito no Japão

Crédito: Thassia Ohphata/Alternativa

Projeto com órgão do Ministério da Saúde do Japão traz psicólogos vindos do Brasil para atender a comunidade

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O psicólogo Raphael de Almeida e o diretor da Sabja Hiroyuki Shimizu

Tóquio – Os brasileiros no Japão contam agora com mais um atendimento psicológico gratuito. A NPO Sabja (Serviço de Assistência aos Brasileiros no Japão) e a WAM (Welfare and Medical Service Agency), órgão ligado ao Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social do Japão, acabam de firmar uma parceria inédita num programa que trará psicólogos vindos do Brasil para atender a comunidade.
“Temos um psicólogo que atende a região de Hamamatsu (Shizuoka) e em Nagoia (Aichi), mas faltava profissional para atender a jurisdição de Tóquio”, afirmou Hiroyuki Shimizu, diretor da NPO Sabja.
Os atendimentos iniciaram há pouco menos de um mês e estão sendo realizados, via online ou presencial, pelo psicólogo Raphael de Almeida.
O programa se estenderá até março de 2017. A ideia é que, a cada três meses, venha um novo psicólogo do Brasil. “O objetivo é que esses profissionais voltem e possam continuar o trabalho com os brasileiros que retornam ao país”, revela o psicólogo, que no Brasil trabalha com o projeto Kaeru, de inclusão de alunos brasileiros vindos do Japão nas escolas públicas do estado de São Paulo.
Essa é a primeira vez que o WAM, órgão do governo japonês, destina um orçamento a um projeto específico para o cuidado dos estrangeiros. “Tivemos alguns obstáculos já que até então os projetos eram voltados somente para os japoneses. Além disso, tínhamos também a questão dos gastos das passagens aéreas de profissionais vindos do Brasil”, revelou o diretor da Sabja. “Queremos continuar com o projeto, mas tudo dependerá do resultado e da boa repercussão”, acrescentou ele.
Orientação psicológica NPO Sabja
Agendamento no telefone 050-6864-6600, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
Site: http://www.nposabja.org
E-mail: nposajba@gmail.com

Este conteúdo – assim como as respectivas imagens, vídeos e áudios – é de autoria e responsabilidade do Portal Alternativa Online

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Seminário Projeto Kaeru no Japão.

Como todos os anos, parte da equipe do Kaeru estará se deslocando para o Japão no final do mês de setembro para mais uma jornada de seminários , workshops e intercâmbio com o Japão.

Para quem quiser de ter uma idéia de como foi nos anos anteriores, dêem uma espiadinha aqui, no site da ABIC:

http://abicbrasil-p.jimdo.com/kaeru-project-seminar/

Fiquem ligados para a agenda completa da nossa visita.

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Governo eleva orçamento de 2017 para saúde e educação

Valores no Projeto de Lei Orçamentária Anual são superiores ao mínimo exigido pela Constituição e maiores que os registrados em 2016

Mesmo em meio a um processo de ajuste fiscal, o governo federal conseguiu garantir aumento de recursos no Orçamento de 2017 para áreas prioritárias. Saúde e educação, segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, terão valores maiores que os registrados neste ano.

No caso da saúde, o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2017 (PLOA) que foi entregue ao Congresso Nacional prevê despesas de R$ 110,2 bilhões – valor 7,20% maior que o de 2016 e 6,06% que o valor mínimo que o governo é obrigado por lei a desembolsar.

Para a educação, a proposta é um orçamento de R$ 62,5 bilhões. Essa cifra é 2% maior que a de 2016 e 21,36% superior ao montante mínimo que o governo é obrigado pela Constituição a investir na área.

Se ainda for levado em conta os demais gastos em educação, classificados como transferências de salário-educação e outras despesas, o orçamento total da área sobe para R$ 111,3 bilhões. Comparado ao ano passado, esse volume é 10,42% maior.

Meta fiscal para 2017

A proposta é de que o Orçamento total para o próximo ano seja de R$ 1,316 trilhão. O documento foi entregue pelo governo ao Legislativo, que precisa aprovar o texto. O projeto traz ainda a meta fiscal de 2017.

Pelo documento, o governo central, que é formado por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, vai trabalhar para que o déficit primário não ultrapasse os R$ 139 bilhões.

Essa meta já é menor que a de 2016, que é de R$ 170 bilhões – uma redução que mostra os esforços para organizar as contas públicas do País.

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Educação sem partido

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O Senado lançou a algumas semanas uma enquete em que toda a sociedade pode opinar contra ou a favor do projeto de lei 193/2016, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional o programa Escola sem Partido.

O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente.

A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são:

  1. O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias.  
  2. O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 
  3. O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 
  4. Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
  5. O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 
  6. O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula.

Debate

De acordo com Nagib, a presença do cartaz em sala de aula tem o objetivo de informar os estudantes sobre o direito que eles têm de “não serem doutrinados”. Na contramão dessa ideia, estudiosos especialistas em educação criticam o programa afirmando que nada na sociedade é isento de ideologia, e que o Escola Sem Partido, na verdade, é uma proposta carregada de conservadorismo, autoritarismo e fundamentalismo cristão.

“Além de não assumir sua mensagem conservadora, camuflada em suposto pluralismo, o Escola Sem Partido quer evitar um pensamento crítico. Quer uma escola medíocre. Afirma uma ideologia pautada em um fundamentalismo cristão evitado até pelo Papa Francisco, diante das possibilidades de um papado que sucedeu o ultraconservador Bento XVI”, afirma Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Os integrantes do Escola Sem Partido elaboraram um anteprojeto de lei que prevê a fixação do cartaz com os deveres do professor nas salas de aula.

Segundo Nagib, os estudantes são prejudicados por serem obrigados a permanecer em sala de aula, enquanto por outro lado, professores se beneficiam dessa condição: “A partir do momento em que o professor se aproveita dessa circunstância não para falar de forma parcial equilibrada, mas para promover as suas próprias preferências, ele está violando a liberdade de consciência e de crença dos alunos”, explica o coordenador do movimento.

A doutora em educação e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas Sandra Unbehaum afirma que apesar do discurso de neutralidade, o Escola Sem Partido defende uma escola sem espaço para discussão da cidadania, garantia estabelecida na Lei de Diretrizes de Bases da Educação (9.394/96). “Como é que se desenvolve um pensamento crítico se não discutindo política, filosofia, sociologia, história? Você não vai discutir política partidária, mas vai discutir num sentido amplo, de organização e composição da sociedade”, argumenta.

O advogado Miguel Nagib afirma que o Escola Sem Partido não tem e não quer impor pontos de vista morais. “Em matéria de educação religiosa e moral, vale o princípio: meus filhos, minhas regras. Nós não queremos impor a nenhuma família uma maneira de agir em relação a seus filhos. Mas também não aceitamos que a escola venha fazer isso”, afirma.

Daniel Cara, por sua vez, recohece a família como uma esfera fundamental da sociedade, mas afirma que os pais não têm direito absoluto sobre seus filhos e que, portanto, a educação moral não é prerrogativa exclusiva da família.

“Toda criança e adolescente tem direito a se apropriar da cultura e a ler o mundo de forma crítica. A educação escolar é uma atribuição do Estado brasileiro. E o cidadão brasileiro tem o direito de aprender o evolucionismo de Darwin, a história das grandes guerras, a luta pela abolição da escravatura no Brasil, a desigualdade entre as classes sociais”, argumenta. Segundo Cara, para conseguir lecionar sobre cada um desses temas, o professor escolherá uma narrativa ou forma de explicar o conteúdo, por meio de um conjunto de ideias. “Portanto, fará uma escolha ideológica – e isso deve ficar claro aos alunos, é uma questão de honestidade intelectual”, diz.

Repercussão nacional

Com a visibilidade que o Escola Sem Partido tem ganhado, muitas propostas inspiradas nas ideias do movimento têm sido apresentadas no âmbito legislativo de todo o país. Em 26 de abril deste ano, os deputados da Assembleia Legislativa de Alagoas derrubaram o veto do governador Renan Filho (PMDB) ao Projeto Escola Livre e, com isso, o estado se tornou o primeiro no Brasil a ter uma lei (7.800/2016) que exige neutralidade do professor.

Seguindo o mesmo caminho, pelo menos 19 estados brasileiros têm projetos de lei semelhantes segundo levantamento feito pelo portal Educação e Participação. A questão subestima o papel dos estudantes na educação e  prejudica o trabalho do professor, segundo afirma Daniel Cara: “O aluno não é o elo mais frágil no processo de ensino-aprendizagem. Só diz isso quem não conhece escola e, especialmente, quem não conhece a escola do século XXI”, diz.

O coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação afirma que ao considerar essas propostas, o país segue na contramão do recesso do mundo: “Não se pode criar um protocolo didático. Nenhum país que tem bons sistemas de ensino faz isso, aliás, em nenhum deles há leis absurdas como essas propostas pelo Escola Sem Partido. A escola é um espaço heterogêneo e deve estar conectada com a sociedade”, sustenta.

O infográfico abaixo mostra os estados do país que têm leis relacionadas ao Escola Sem Partido que já estão em vigor, além de projetos em trâmite e propostas que foram vetadas. Para conhecer o teor de cada um dos projetos, clique aqui.

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Este conteúdo – assim como as respectivas imagens, vídeos e áudios – é de autoria e responsabilidade do portal educacao.uol.com.br

Texto de Ana Elisa Santana

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Workshop de Feltro

No último sábado, dia 13, aconteceu o workshop de feltro, que contou com a presença de um pouco mais de 40 pessoas. Passamos algumas horas agradáveis confeccionando bichinhos e outros personagens de quadrinhos com feltro. Logo após tivemos um gostoso lanche preparado pelos voluntários.

Vejam os resultados nas fotos:

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